Oferta de feijão no mercado deve melhorar ‘em até 90 dias’, diz ministro

O governo federal anunciou medidas para facilitar a importação de feijão, aumentar a oferta do produto no país e tentar puxar o preço do produto para baixo. Segundo o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o abastecimento do produto deve ser normalizado em até 90 dias, mas não é possível saber quando os preços começarão a cair.
“No máximo 90 dias e já se regula esse mercado”, disse, em entrevista coletiva em Brasília nesta quarta-feira (22). “Eu espero que nós consigamos baixar o preço, mas não posso dar uma data. Não tenho como prever isso. Ele é autônomo e autossuficiente.”
A safra brasileira foi prejudicada pelo clima, a produção caiu e, por isso, o preço subiu. Com mais produto disponível no mercado, a tendência é de o preço cair. 
A proposta do governo é importar feijão de parceiros do Mercosul –Paraguai, Argentina e Bolívia–, além de China e México. No caso dos dois últimos países, o governo anunciou que irá suspender temporariamente a cobrança dos impostos para a importação. 
“O mais rápido é o feijão da Argentina, Paraguai e Bolívia chegar. Senão conseguirmos abastecer o mercado com feijão sul-americano, no mínimo 60 dias para que alguma comercialização de feijão (com produto chinês). Há que se entender que não é o governo que é o comprador, o governo só regula”, completou o ministro.
Fonte: Leandro Prazeres

Do UOL, em Brasília

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